sábado, 9 de março de 2013

Reinos de Vida


Reinos de Vida


Desde Aristóteles até meados do século XIX os biólogos dividiram os seres vivos em dois reinos: o Plantae e o Animalia.

     Assim, o reino Plantae abrange todos os seres vivos fotossintéticos, sem locomoção e sem ingestão, como fungos e bactérias. E o reino Animalia abrange todos os seres vivos não fotossintéticos que apresentam locomoção e obtêm os alimentos por ingestão, como é o caso de seres unicelulares e seres multicelulares.

Mas surgiram alguns problemas, como por exemplo, onde incluir um organismo como a euglena que é um ser fotossintético e movimenta-se e ainda o bolor do pão que não apresenta locomoção nem realiza a fotossíntese.

     Surgiu então um terceiro reino, o reino protista, que foi proposto por Hernest Haeckel. Neste reino incluíram-se os seres que nem eram incluídos no reino dos animais nem no das plantas.

     Com a descoberta do microscópio, foi possível visualizar as bactérias criando assim o reino Monera onde se incluíam todas as bactérias e seres unicelulares. Este reino foi introduzido por Herbert Copeland.

     Por fim, Whittaker propôs um sistema de classificação em cincos reinos, no qual os fungos passam a constituir um reino independente. Assim, passaram a existir o reino Monera, o Protista, o Fungi, o Plantae e o Animalia. Este sistema de classificação dos seres vivos é coerente com o registo fóssil e com os dados moleculares mais recentes.

     Whittaker baseou-se em três critérios:

Ä  Níveis de organização celular: estrutura celular procariótica e estrutura celular eucariótica.

Ä  Tipos de Nutrição: seres autotróficos, quimioautotróficos e heteroautotróficos. Obtenção do alimento por ingestão e absorção ou por fotossíntese.

Ä  Interações nos ecossistemas: podem ser produtores, macroconsumidores e microconsumidores.

Classificação de Whittaker
Os sistemas de classificação mais recentes agrupam os seres vivos em seis reinos e três domínios. Carl Woese, baseou-se nos critérios moleculares, essencialmente sequências nucleotídicas de RNA ribossómico e propôs que há fundamentalmente dois grupos distintos nos procariontes: as Arquebactérias e as Eubacterias.

     Os domínios são Bacteria, Archaea e Eukarya. Ao domínio Bacteria corresponde o reino Eubactéria, ao domínio Archaea corresponde o reino Archaebacteria e ao domínio Eukarya correspondem os reinos Protista, Fungi, Plantae e Animalia

*      Podes consultar ainda alguns destes artigos científicos, apresentamos-te aqui os links:

 




 

Bibliografia:

Silva, Amparo Dias da; Santos, Maria Ermelinda; Gramaxo, Fernanda; Mesquita, Almira Fernandes; Baldaia, Ludovina; Félix, José Mário (2012). Terra, Universo de Vida (1º edição). Porto Editora


Micaela Ferreira

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Neodarwinismo ou Teoria Sintética da Evolução


"O neodarwinismo ou teoria sintética é a teoria atualmente aceite para explicar a evolução. A teoria emprega os conceitos de mutação, variedade genética, seleção natural e isolamento geográfico e reprodutivo, entre outros.
A mutação é uma alteração na seqüência de bases do DNA. Ela ocorre espontaneamente ou provocada por agentes ambientais. Somente as mutações que ocorrem nas células reprodutoras têm importância evolutiva.
As mutações geralmente são prejudiciais, mas as vantajosas espalham-se por seleção natural e contribuem para a adaptação do organismo e transformação da espécie. As mutações ocorrem ao acaso, isto é, o aparecimento de uma mutação não é influenciado pela vantagem que ela confere ao organismo.
A reprodução sexuada aumenta a variedade genética das populações, aumentando a velocidade do processo evolutivo e facilitando, a longo prazo, a adaptação da espécies a ambientes diferentes, aumentando também a resistência da espécie a parasitas.
A Seleção Natural impõe uma ordem ao processo evolutivo, previlegiando os indivíduos mais adaptados e eliminando os menos adaptados. Os indivíduos mais adaptados tendem a deixar descendentes capazes de atingir a época reprodutiva. Com isso, as espécies tornam-se mais adaptadas ao ambiente em que vivem.
As populações mantêm uma grande variedade genética, de forma estável. Isso produz uma gama de fenótipos diferentes _ poliformismo; entre seres da mesma espécie.
Algumas características, como força física e cauda vistosa, ajudam o individuo a conseguir um parceiro para a reprodução. O processo é chamado Seleção Sexual. "

Fonte: http://pt.shvoong.com/exact-sciences/biology/1895136-neodarwinismo/
http://pt.shvoong.com/exactsciences/biology/1895136neodarwinismo/#ixzz2Kmlb1rso

"Os anos compreendidos entre 1930 a 1940 caracterizaram-se por intensos debates acerca da evolução. É nesta altura que os investigadores combinam as ideias originais de Darwin com os dados que entretanto surgiram na Genética, na Paleontologia, na Biogeografia, na Embriologia e mais tarde na Etologia.

Os cientistas que mais contribuíram para o surgimento da Teoria Neodarwinista foram:
T. Dobzhansky e S. Wright – ambos geneticistas;
Ernest Mayr – biogeógrafo e taxonomista;
George Simpson – paleontologista;
G.L.Stebbins – botânico."

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Darwinismo - Seleção Natural

O Darwinismo é uma teoria evolucionista que visa explicar a evolução orgânica das espécies.
Charles Darwin elaborou esta teoria com base na observações registadas ao longo da sua viagem à volta do mundo a bordo do H.S.S. Beagle. Darwin afirmava que os organismos evoluíam devido à Seleção Natural que consiste na seleção dos indivíduos mais aptos.
Assim, a teoria da Seleção Natural afirma que:

  • Os indivíduos de uma espécie apresentam variações em todos os caracteres, não sendo, por isso, idênticos entre si;
  • Todos os organismos têm a capacidade de se reproduzirem, produzindo assim, muitos descendentes. No entanto, apenas alguns atingem a idade adulta;
  • O número de indivíduos de uma espécie é mais ou menos mantido ao longo das gerações;
  • Existe uma grande luta pela sobrevivência pois só os mais aptos (organismos com variações favoráveis às condições do ambiente) são selecionadas, sendo assim os sobreviventes;
  • São esses que têm maior probabilidade de deixar descendente. Como há transmissão dos caracteres de pais para filhos, estes apresentarão essas variações vantajosas;
  • Assim, ao longo das gerações, a seleção natural mantém ou melhora o grau de adaptação destes ao meio.

 

Cristiana Carvalho


Retirado de:
  • http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Seresvivos/Ciencias/bioselecaonatural2.php


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Lamarckismo




Lamarckismo

Esta teoria parte do principio que o ambiente condiciona a evolução dos seres vivos e leva ao aparecimento de carctrísticas que lhes permitem adptar-se as condições do ambiente em que vivem, esta adpatçao representa a necessidade que os seres vivos possuem de desenvolver caractristicas estruturais e funcionais que lhes permite sobreviver num determinado ambiente.
Isto leva-nos aos dois principios fundamentais desta teoria: a lei do uso e do desuso que defende que que se um orgão é muito utilizado tende a crescer e desenvolver-se ou se um orgão nao é utilizado atrofia e desaparece, e a lei da herança dos carateres adquiridos que defende que as modificações que ocorrem nos individuos ao longo do tempo são transmitidas à descendência, passando de geração em geração.







Antigamente as girafas tinham pescoços mais pequenos, mas a falta de alimento no solo fez com que estas necessitassem de esticar os pescoços para chegar as copas das árvores, fazendo com que este orgão se desenvolvesse.Assim, segundo Lamarck esta caractrística foi transmitida de geração em geração até originar as girafas que vemos hoje em dia.


Margarida Teixeira


Retirado de:  gracieteoliveira.pbworks.com
                      www.infoescola.com
                      www.algosobre.com.br

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Reprodução Sexuada


Reprodução Sexuada


A reprodução sexuada é um processo biológico comum a quase todos os seres vivos, em que os indivíduos das sucessivas gerações não apresentam uma uniformidade genética. Apresentam diferenças significativas devido aos fenómenos de fecundação e meiose.


Vantagens:

- Proporciona uma grande variabilidade de características na descendência;

- A diversidade de características permite às espécies não só maior capacidade de sobrevivência, caso haja mudanças ambientais, mas também proporciona evolução par novas espécies.


Desvantagens:

- Processo lento;

- Grande dispêndio de energia, quer na formação dos gâmetas quer nos processos que desencadeiam a fecundação.

Fecundação:

A fecundação corresponde à fusão de dois gâmetas, o gâmeta masculino e o gâmeta feminino. A célula resultante, o ovo ou zigoto, tem, cromossomas provenientes de cada um dos gâmetas, logo apresentam um de origem paterna e outro de origem materna. E cada um destes cromossomas designam-se cromossomas homólogos, que têm forma e estrutura semelhantes e são portadores de genes para os mesmos carateres.

As células cujos núcleos possuem cromossomas homólogos, designam-se de células diploides e representam-se por 2n.


Meiose:

A meiose é o processo de divisão nuclear através do qual, a partir de uma célula com núcleo diploide, se podem formar células com núcleo haploide.


As células resultantes deste tipo de divisão contêm apenas um cromossoma de cada par de cromossomas homólogos, designando-se células haploides e representam-se por n.
Mutações cromossómicas numéricas: anomalias em que há alteração do número de cromossomas. Podem ser:
          - Poliploidias (existe um ou mais conjuntos de cromossomas);
          - Aneuploidias (existem cromossomas a mais ou a menos em relação ao normal), podem ser: polissomias, monossomias e nulissomias.
Mutações cromossómicas estruturais: envolvem alterações no número ou no arranjo dos genes, mas mantém-se o número de cromossomas. São exemplos deste tipo de mutação a deleção, a duplicação, a inversão e a translocação.
As mutações são uma fonte importante de variabilidade genética, que permite a diversidade de organismos e a evolução das espécies.
Variabilidade genética:
Na reprodução sexuada, a meiose e fecundação asseguram a manutenção do número de cromossomas de uma espécie de geração em geração. E contribuem para a variabilidade genética entre os indivíduos da mesma espécie.
Da meiose, contribuem os fenómenos de crossing-over que ocorrem na prófase I, a separação dos cromossomas homólogos ao acaso na anáfase I e a separação ao acaso dos cromatídeos-irmãos na anáfase II.
Da fecundação, contribui a união dos gâmetas ao acaso e o número de possibilidades diferentes de combinações genéticas possíveis no ovo é igual ao produto das combinações genéticas possíveis nos dois gâmetas que se fundem.
Reprodução Sexuada nos animais:  
A autofecundação é a fecundação efetuada entre gâmetas produzidos pelo mesmo indivíduo, tratando-se de um hermafroditismo suficiente. Mas, na maior parte dos seres hermafroditas a fecundação ocorre entre espermatozoides e óvulos produzidos em indivíduos diferentes, tratando-se de um hermafroditismo insuficiente.
Nos animais onde ocorre o unissexualismo, a união dos gâmetas efetua-se de diversos modos, dependendo, quer da mobilidade dos animais quer do local (meio aquático ou meio terrestre) onde ocorre. Existem dois tipos de fecundação: fecundação externa e fecundação interna.
Fecundação externa: efetua-se em meio líquido e sucede na maioria das espécies aquáticas, ou em seres vivos que procuram a água para a reprodução. Machos e fêmeas lançam os seus gâmetas para o meio, onde os óvulos são fecundados pelos espermatozoides.
     Se indivíduos de espécies diferentes libertem na água, ao mesmo tempo e no mesmo local, os seus gâmetas, como é que a fecundação dos gâmetas ocorre apenas entre indivíduos da mesma espécie?
A fecundação dos gâmetas ocorre apenas entre indivíduos da mesma espécie, porque as membranas dos óvulos possuem moléculas específicas que apenas permitem a fecundação com espermatozoides de indivíduos da mesma espécie.
Fecundação interna: efetua-se no interior do organismo da fêmea. O macho deposita os espermatozoides no interior do sistema reprodutor da fêmea, onde ocorre a fecundação. Este tipo de reprodução acontece em seres terrestres pois os gâmetas não suportam a dessecação que se verifica no meio.
Na maioria das espécies, é o macho que, pelo seu comportamento, procura atrair a fêmea, realizando um complexo ritual, que constitui a parada nupcial e é a partir de este seu comportamento que asseguram a continuidade dos respetivos genes nas gerações futuras.
Estratégias desenvolvidas por diferentes animais com o objetivo de perpetuar os seus genes:



Mergulhão-de-crista
Faisão




Abetarda
Albatroz


Cegonha branca

Ave-do-Paraíso-Azul





Ave-do-Paraíso
Peixe de briga


Reprodução sexuada nas plantas:

Os órgãos reprodutores masculinos são os estames e os órgãos reprodutores femininos são os carpelos.
Nas anteras existem sacos polínicos, onde se formam os grãos de pólen. Nos carpelos, no interior dos ovários, encontram-se os óvulos.
Para que ocorra a reprodução é necessário que ocorra a polinização, ou seja, que haja transporte de grãos de pólen para os órgãos femininos da mesma flor – polinização direta-, ou para carpelos de flores diferentes mas da mesma planta – polinização indireta-, ou para os carpelos de flores pertencentes a outras plantas da mesma espécie – polinização cruzada. Este último tipo de polinização permite uma maior variabilidade genética dos indivíduos das novas gerações.
Os grãos de pólen que caem sobre os estigmas, germinam formando tubos polínicos. O tubo polínico, graças às substâncias nutritivas do estigma, cresce ao longo do estilete, penetrando no ovário. Aí, o tubo polínico penetra no óvulo e os gâmetas masculinos formados no tudo polínico e os gâmetas femininos contidos nos óvulos entram em contacto e conjugam-se.
A disseminação dos frutos e das sementes é essencial na propagação das plantas com flor. Essa dispersão pode ser efetuada por animais (zoófila), pelo vento (anemófila) ou pela água (hidrófila).
Ciclos de vida:
O ciclo de vida é a sequência de acontecimentos que se verificam na vida de um ser vivo, desde que se forma até que produz descendência.
Ciclo haplonte – espirogira:



No ciclo de vida da espirogira, quando se reproduz assexuadamente, ocorre fecundação e meiose, verificando- se alternâncias de fases nucleares, ou seja, existem entidades multicelulares haploides que alteram com entidades multicelulares diploides. Existe uma fase haploide, constituída por células haploides, e esta compreendida entre a meiose e a fecundação. E uma fase diploide constituída apenas pelo ovo de núcleo haploide. A espirogira é um organismo haplonte, pois a meiose efetua-se na divisão do núcleo do ovo, todo o ciclo decorre na fase haplonte, com a exceção do ovo que pertence à fase diploide. Neste ciclo a meiose é pós-zigótica.
Ciclo haplodiplonte – polipódio:


No ciclo de vida do polipódio, quando ocorre reprodução sexuada verifica-se alternância de fases nucleares, pois ocorre a fecundação e meiose. A fase nuclear mais desenvolvida é a fase diploide onde está contido o organismo adulto. A fase haploide, começa com o esporo, é diferenciada e inclui o protalo com vida independente da planta adulta. O polipódio é um ser haplodiplonte porque tem as duas fases bem desenvolvidas. Neste ciclo a meiose é pré-espórica e apresenta duas gerações a esporófita, que se inicia com o desenvolvimento do zigoto, o qual origina o esporófito que, por meiose, produz esporos haploides, e uma geração gametófita, que se inicia com a germinação dos esporos, origina o gametófito que, nos gametângios, produz gâmetas, os quais, por fecundação, originam o zigoto.
Ciclo diplonte - Homem:



O ciclo de vida dos mamíferos apresenta, alternância de fases nucleares, visto que ocorre fecundação e meiose. A fase mais desenvolvida é a fase diploide, que inclui os indivíduos adultos. A fase haploide está reduzida aos gâmetas, em cuja produção intervém a meiose. Os mamíferos são organismos diplontes, pois como a meiose ocorre quando se formam os gâmetas todo o ciclo de vida decorre na fase diploide e só os gâmetas pertencem à fase haploide.

Bibliografia:

Silva, Amparo Dias da; Santos, Maria Ermelinda; Gramaxo, Fernanda; Mesquita, Almira Fernandes; Baldaia, Ludovina; Félix, José Mário (2012). Terra, Universo de Vida (1º edição). Porto Editora
Micaela Ferreira
          

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Reprodução assexuada

Reprodução

O que é a reprodução?

A reprodução é um processo através do qual os seres vivos originam outros seres idênticos e da mesma espécie.
É o processo responsável pela continuidade de espécies.
Todos os processos de reprodução implicam a replicação do material genético (ADN).
 

Que tipos de reprodução existem e quais as suas principais diferenças?

Existe a reprodução assexuada e a reprodução sexuada. As principais diferenças destes tipos de reprodução são que, enquanto a reprodução assexuada apenas envolve um progenitor, não envolve a união de gâmetas e o processo é rápido, a reprodução sexuada envolve dois progenitores, a produção e união de gâmetas e é um processo lento.
 

Estratégias de reprodução assexuada


Bipartição, cissipariade ou fissão binária:

  • A célula divide se em duas aproximadamente iguais que atingem as dimensões da célula-mãe por crescimento;
  • O ser vivo perde a sua individualidade;
  • Este processo ocorre frequentemente em seres unicelulares como a planária e a paramécia.

Gemulação ou gemiparidade:

  • No progenitor formam-se gemas que se desenvolvem dando origem a novos indivíduos que se destacam do progenitor, o que faz com que o progenitor não perca a sua individualidade;
  • Ocorre em seres unicelulares como leveduras ou pluricelulares como a hidra e anémona;

Esporulação:

  • O individuo produz esporos (mitósporos) que ao germinar originam novos indivíduos;
  • Ocorre frequentemente em fungos (bolores) esporulação por formação de endósporos (ex.Rizoppus) e em parasitas esporulação por formação de exósporos (ex.Penincillium).

Fragmentação:

  • Fragmentos de um indivíduo originam indivíduos completos por regeneração;
  • Ocorre nas plantas, algas e animais de reduzida complexidade como a estrela do mar e a planária.

Multiplicação vegetativa:

  • Órgãos vegetais originam novas plantas por regeneração;
  • Envolve a fragmentação e a gemulação;
  • É um processo rápido em que a partir de raízes (ex. cenoura), caules e folhas se originam novos indivíduos por separação do progenitor.
  • Estacas, mergulhia, alporquia e enxertia são algumas técnicas artificiais de multiplicação vegetativa utilizadas na agricultura.

Partenogénese:

  • A partir de um gâmeta feminino, não fecundado, forma-se um novo indivíduo;
  • Ocorre quer em animais (ex. formigas, abelhas, peixes, anfíbios) quer em vegetais (ex. bananeira);
  • É um processo associado a ambientes isolados e condições ambientais favoráveis.

Vantagens e desvantagens da reprodução assexuada

Vantagens:

  • Processo rápido;
  • Necessita apenas de um progenitor;
  • Origina clones e  assim mantém os caracteres nos indivíduos de uma espécie ao longo do tempo;

Desvantagens:

  • A diversidade dos descendentes é quase nula;
  • Difícil adaptação a mudanças do meio;
  • Não favorece a evolução da espécie.
 Cleide Moreira